Projetos

FUNDAMENTOS TEÓRICOS E EPISTEMOLÓGICOS DA COMPREENSÃO COMO MÉTODO (2018-2020)
Inserido na linha de pesquisa “Comunicação Midiática, Processos e Práticas Socioculturais” e vinculado aos grupos de pesquisa “Da Compreensão como Método”, da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), “Estudios de Periodismo”, da Universidade de Antioquia (UdeA), Medellín, Colômbia, e “Epistemologia do Diálogo Social”, da Universidade de São Paulo (USP), o projeto internacional “Fundamentos Teóricos e Epistemológicos da Compreensão como Método” assume como objeto de estudo o tema da compreensão aplicado prioritariamente ao campo da Comunicação, entendida esta como virtual articuladora de diálogos e conversas não apenas com outros campos consagrados de conhecimento, mas também com expressões diversas e não científicas de produção de sentidos e de conhecimentos sobre o mundo natural e a vida em suas mais distintas formas de expressão. Entre essas manifestações diversas de conhecimento encontram-se as artes, os mitos, as religiões, as experiências, os saberes do cotidiano.
Palavras-chave: Comunicação. Epistemologia. Compreensão. Método. Teorias da Comunicação.

JORNALISMO LITERÁRIO CONTRA-HEGEMÔNICO: NARRATIVA E FONTES DE INFORMAÇÃO EM PRODUTOS INDEPENDENTES (2018-2020)
Este projeto se centra sobre as estratégias discursivas – em especial o papel das fontes de informação –, a construção da narrativa, os critérios de noticiabilidade e as estratégias de sustentabilidade de reportagens de jornalismo literário produzidas por websites independentes. O ponto de partida é a indagação sobre quais particularidades permitem distinguir as construções discursivas no jornalismo literário independente em relação ao jornalismo literário produzido pelas mídias hegemônicas – em especial, saber se há maior ou menor potencial para um tratamento mais efetivamente plural das fontes. A pesquisa contemplará a análise de seis websites independentes que veiculam total ou parcialmente material que se configura como jornalismo literário: os brasileiros Agência Pública, Calle2 e História do Dia e os estrangeiros Pie de Página, El Estornudo e La Silla Vacía.
Palavras-chave: Jornalismo Literário. Jornalismo independente. Fontes de informação. Polifonia. Novos arranjos econômicos no jornalismo.

A COMPREENSÃO COMO MÉTODO: SUAS TEORIAS E SUAS PRÁTICAS (2015-2017)
Vinculado aos grupos de pesquisa “Comunicação, Diálogo e Compreensão”, do CNPq, no Brasil, e “Grupo de Estudos Literários” (GEL), da Colciencias, da Colômbia, A COMPREENSÃO COMO MÉTODO: SUAS TEORIAS E SUAS PRÁTICAS constitui um projeto interinstitucional, desenvolvido pela Faculdade Cásper Líbero e pela Facultad de Comunicaciones, da Universidade de Antioquia, Medellín, Colômbia, no âmbito do convênio de cooperação assinado entre as duas instituições em 2014. Pesquisadores dos dois países (e de outros países que possam se agregar) se articulam de diferentes modos para o estudo, a reflexão, a pesquisa e a produção científica, orientados a favorecer o mais completo entendimento possível das bases filosóficas, científicas, epistemológicas, humanas e metodológicas do tema da compreensão.

CONVERSANDO A GENTE SE ENTENDE (2012-2014)
Vinculado ao grupo de pesquisa “Comunicação, Diálogo e Compreensão”, do CNPq e sediado no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero, O projeto de pesquisa CONVERSANDO A GENTE SE ENTENDE procura explorar as dimensões de uma epistemologia compreensiva da comunicação em uma situação de resolução de conflitos, focalizando, principalmente, as experiências da justiça restaurativa aplicada como estratégia de diálogo em situações de bullying. Com o passar do tempo, e como resultado das investigações feitas e dos debates entre os participantes, o objeto foi se ampliando, de forma a não se limitar ao tema do bullying, para abranger outras tantas situações de conflito nos ambientes escolares, com suas diferentes formas possíveis de mediação. Esse cenário de conflito parece ter um alto potencial para a averiguação das premissas dos sujeitos em uma situação de comunicação compreensiva (Stein, 2008; Martino, 2007; Künsch, 2008).